Cadernos de Economia 137

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Out/Dez 2021

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Descrição

Número 137 • Outubro/Dezembro 2021 • Trimestral • Ano XXXV • 74 páginas • 205x290mm • ISSN 0874-4068

Na edição de Dezembro do ano passado, neste mesmo espaço, escrevemos, sob o título “Um ano mau”, que 2020 tinha sido mau em todas as vertentes – sanitária, económica, financeira e social. Não obstante, manifestámos esperança para 2021, em resultado do notável trabalho da comunidade científica, que proporcionou, em tempo antes impensável, as vacinas libertadoras. Pode dizer-se que se confirmaram as previsões: a um ano mau sucedeu um ano bastante melhor, com a economia a crescer mais do que as expectativas de então e a pandemia controlada – apesar dos sobressaltos das últimas semanas, em consequência das novas variantes, sobretudo da Ómicron. Neste número dos Cadernos de Economia, qualificados autores analisam a situação económica portuguesa e perspectivam 2022. Desde logo, o Primeiro-Ministro, António Costa, que escreve sobre as qualificações dos portugueses. Também Álvaro Nascimento (docente da Universidade Católica Portuguesa) analisa as “políticas de nova geração”, enquanto Glória Rebelo (ULHT) disserta acerca da transição digital e emprego. Por sua vez, João Ferreira do Amaral (ISEG) aborda as “deficiências do processo de aprovação do Orçamento”. Igualmente sobre o OE-2022 escrevem Nazaré da Costa Cabral (Presidente do Conselho Superior das Finanças Públicas) e Luís Belo (fiscalista). O catedrático jubilado M. H. Freitas Pereira discorre sobre a “tributação do acréscimo patrimonial não justificado” e Francisco Jaime Quesado opina acerca da “chave da confiança para a economia”. Cabe a António Saraiva (Presidente da CIP) abordar a recuperação económica e a António M. Cunha (Presidente da CCDR-N) tratar a questão da “renovada actualidade da regionalização”. As questões ambientais estão a cargo de José Gomes Mendes (ex-Secretário de Estado do Ambiente e actual CEO da Fundação Mestre Casais) e de Dieter Dellinger (Gestor). Outros sectores fundamentais são tratados por Mário Carvalho Fernandes (Banca), António Abrantes (Turismo), Hélder Pedro (Automóvel) e Carlos Pereira da Silva (Segurança Social). 2022 está aí. Vale a pena repetir e sublinhar: a confiança justifica-se, a imprevidência seria perigosa.