O Economista 2018

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Anuário

Descrição

Anuário da Economia Portuguesa • 31.ª edição • 2018 • 136 páginas • 205x290mm • ISSN 1646-9909

A retórica política não consegue, não tem conseguido, alterar a realidade: a globalização (ainda) está de saúde e recomenda-se. Isto, não obstante existir o risco de “um movimento de regresso ao proteccionismo e aos conflitos comerciais bilaterais”, como lembra João Confraria nas páginas 29-31. Ora, sabe-se, um país como Portugal, membro de uma União Europeia a abrir brechas, está condicionado por estratégias de outros blocos, de Washington a Pequim. Lá longe, na China, os accionistas da EDP poderão não apreciar a beleza do majestoso edifício que alberga o Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, localizado em Lisboa – passe a caricatura!… Nesta edição, Francisco Melro, José Félix Ribeiro, Fernanda Ilhéu e João Ferreira do Amaral assinam impor­tan­tes trabalhos sobre o assunto. Por sua vez, Fernando Teixeira dos Santos, Fernando Faria de Oliveira, João César das Neves e Teodora Cardoso analisam a solidez do sistema bancário, a dívida e o controlo orçamental, enquanto, noutro plano, José Reis aborda os limites da acção política, cabendo a José Ferreira Gomes escrever sobre o ensino. O desemprego qualificado é analisado por Mário Caldeira Dias, a convergência inteligente da economia portuguesa por Francisco Jaime Quesado, e os desafios da Indústria 4.0 por Glória Rebelo. Dissecando as questões da política florestal, Raul Lopes receia que o País possa continuar a arder, ao mesmo tempo que Francisco Avillez e Licínio Pina abordam os problemas do sector agrícola. As políticas da saúde são tratadas por Pedro Pita Barros e Constantino Sakellarides, sendo o sector dos seguros objecto de análise por parte de José Galamba de Oliveira e José Gomes. A economia do mar é da responsabilidade de Marcelo de Sousa Vasconcelos e Miguel Marques. Licínio Cunha expressa a sua opinião sobre o turismo português. Carlos Coutinho e Miguel Carvalho de Branco analisam aspectos do sector automóvel. Jorge Rodrigues e Carlos Pimenta escrevem sobre ética empresarial e corrupção, respectivamente. A ciber­segurança é tratada por Fernando Braga e André Vilares Morga­do debruça-se sobre as empresas de serviços profissionais.